domingo, 12 de setembro de 2010

Torres I e II

Fotografia tirada em baixo de uma torre de alta tensão em Ituiutaba - MG. Software de tratamento de imagem: Picasa.
O objeto que tenho em mente são torres de transmissão,pq eu bem já tenho certa inclinação a achar toda aquela estrutura muito bonita.Meu pai é engenheiro eletricista,meu irmão está fazendo o curso.Dai,basta imaginar.Mas nem só por isso,a estrutura delas me permitem criar algo a partir dessas formas "entrelaçadas".









Fotografias dedicadas aos meus pais.

sábado, 21 de agosto de 2010

Olá a todos!
Após um longo tempo sem nada a postar,eis uma foto.No intuito de relembrar o céu denso,que só vemos no final do ano - pois chegam as chuvas e o verão. O tempo seco é foda:acaba com o nariz.Parece que você tomou um soco no nariz a noite toda. Eis uma foto:

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Desabafos!

22 anos.Quase 23.A contagem é simples:nascido em 1987,quantos anos terei em 2010?23.A idade Mágica.
Há algum tempo venho refletindo sobre algumas coisas.Memórias.Aqueles souvenirs do passado,quer palavra mais interessante pra representar algo que já se foi?A memória é algo interessante,de fato.Nela buscamos forças.E até mesmo possibilidades que não se consagraram.

Me lembro de uma época de ouro de minha vida - 1998/2002.Por quê?Nela descobri como diluir minha vida no bom e velho rock'n'roll.
E mais: as ruas.Começara a andar pelos centros de Ituiutaba com meus irmãos.Neste período as andanças ainda eram feitas em bandos de garotos e garotas.Amedontrador lembrar de que algum dia fui arrebanhado!Mas as ruas,sim, tinham algo que atraíam.E não eram simplesmente a rebeldia do bando,que aos poucos foi indo, dando seus evidentes sinais de senilidade.Mas naquela época eu via algo mais:Histórias em quadrinhos.Discos de Seattle,Nirvana,Pearl Jam.Conversas regradas a muito refrigerante.Frustrações de férias.Amores sequer mal resolvidos,que se perdiam na fragilidade da véspera.

Mas,o que mais me faz retornar são essas bandas, que ficaram sendo minha trilha sonora enquanto eu imaginava minha vida dali há alguns anos."Cabelo grande,pintado de vermelho e estudando à noite!"Mas por que cargas d'água eu sempre via meu futuro com os trejeitos de quem sonha acordado?Por quê sempre o futuro era permeado pelo próprio modo como eu queria viver?Daí,até não ter encontrado palavras para dizer tudo aquilo,eu vivia uma Utopia.
O significado só fui aprender muito recentemente - afinal de contas,o que era sonhar naquele tempo?Acho que é sinceramente a mesma coisa que hoje.O detalhe,a série,é que não ando lá crendo que será mais possível fazê-lo sem ter nas costas coisas como TCC,crédito consignado BB Universitário,aluguel,plano controle pra telefone,mesada semanal.Vá-la:ainda me dou os devidos floreios de acreditar em Utopias!
Se ouso um pouco mais? Sim:o cheiro do ano de 1999 tenho em fragmentos pela minha mente.Algo doce,de princípio.Misturado,em alguns momentos,no fim da tarde,àquele cheiro de mato verde cortado.A pressa não me deixa mais palavras.Já estávamos em idos de fevereiro.E isso denunciava:início da 5ª série.O que esperar do ano,neste ano?O melhor da minha vida?
Sim,sempre!


Ao som de Pearl Jam - Black

terça-feira, 18 de maio de 2010

Relembrando um fato curioso

Olá a todos!
Mais um ano do Concurso de Fotografias da FTM!
Que tal aquele antigo texto do Alcibíades para relembrarmos o "fiasco" que foi o concurso no ano passado?

Boa leitura!

Um fato curioso


Um fato curioso, como muitos em meu dia-a-dia, chamou minha atenção tempos atrás. Em seu segundo ano, o 2º Concurso de Fotografia da Faculdade do Triângulo Mineiro, a FTM, obteve uma fotografia vencedora. Com o tema “História da Nossa Terra”, o intuito, bastante significativo por sinal, era de que os participantes lançassem um olhar mais histórico sobre a nossa Ituiutaba. Ponto positivo, haja vista que a intervenção dos participantes em sua terra natal nos mostrou uma cidade cujos maiores locais de destaque passam despercebidos pelos olhares que se dividem entre os carros que cruzam afoitos o trânsito, e o relógio que coordena, com disciplina militar, o andado por entre as ruas principais da cidade.
Com o total de 27 fotos inscritas (pequena quantidade para uma cidade a qual possui alguns milhares de habitantes) o concurso teve como foto ganhadora uma duvidosa fotografia... Quem teve a oportunidade em vê-la, logo percebe uma coisa: a casa representada é aquele casarão que todo mundo nota ao passar pelo cruzamento da 26 com a av. 15:




De fato, a casa evidencia os tempos idos, seja por sua arquitetura, seja pelas histórias que ouvimos quando pequenos daquele mesmo lugar. Isso é o sinal de que a história anda de mãos dadas com nossas vidas, só que não a notamos tão evidente. Para que essa [a história] se torne evidente principalmente em uma fotografia acredito que não basta o amarelado do papel, ou muito menos captar uma edificação antiga: antes de tudo é preciso o olhar.
Ao dizer isso, não quero parecer um velho rabugento que só reclama da vida– ao contrário, quero olhares que me dêem coisas novas ao que pensar! Nada mais coerente, não é mesmo? Além do mais, pensar é a melhor forma de prevenir o Alzheimer, sabiam? E, na minha rabugice de velho, creio que aquela não era a melhor foto para me pôr diante do meu passado vivido em Ituiutaba, muito menos uma fonte para me prevenir do Alzheimer... Conquanto que fosse melhor fotometrada (observada a condição da luz no momento em que se tirou a foto) e tido um enquadramento mais digno (resultado de horas pensando em qual melhor meio para tirar a foto), eu poderia achá-la interessante...
Mais um devaneio – a fotografia, sobretudo hoje, não é apenas fazer “clique!” no disparador. Não é, da mesma forma, puramente um registro histórico de uma determinada época. Basta olhar para as fotografias de Sebastião Salgado, Steve Mccurry, Cartier-Bresson, Eugene Smith, Araquém Alcântara etc. que logo percebemos a realidade da própria foto, ou seja, elas possuem algo que nos atrai, que nos chama a atenção e sensibiliza. E isso não está naquilo que ela representa, mas está no modo como lançamos os nossos olhares para o objeto de nossa atenção – o mundo! Essa é a condição que coloca em contato todos os homens ao olharem uma fotografia com a de Steve Mccurry de uma refugiada afegã tirada em 1985:





A foto, de autoria Steve McCurry, foi feita com um Kodachrome



Mas é óbvio: minha crítica não deve ser entendida contra a pessoa do fotográfo, longe disso. Ou melhor, deve-se voltar para a banca examinadora. Pressuponho que essa [a banca] tenha sido composta no mínimo por especialistas no que estão julgando: quem melhor do que um médico para julgar os erros ou acertos de um colega de profissão?
Deixando a rabugice de lado, gostaria de fazer valer alguma fotografia que passou despercebida:



Sinceramente, essa me deixou (e a todos que mostrei) sem palavras... A imagem parece falar mais do que mil julgamentos. Por ser um apaixonado por retratos, gostei muito da fotografia com o título: “Pedrão, um memorial ituiutabano”. E teve algumas mais que, em minha opinião, devessem ser mais bem analisadas sem o peso de estamparem o GuiaSei. No entanto, como o concurso já passou, essas minhas palavras passarão sem o menor alvoroço, como a uma folha que se deixa levar pela brisa da manhã. O que espero, pois, é que a fotografia seja levada mais a sério. Não como um simples meio de representar ‘velhos’ patrimônios públicos esquecidos, mas que faça mais que isso: que nos leve a repensar a trivialidade de nosso de dia-a-dia (e, consequentemente, a prevenir o Alzheimer!).

Sem mais delongas,

Alcibíades Nihil.

e-mail do Autor: alcibiades.nihil@gmail.com

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Meu mundo obstáculo I



A fotografia abstrata - ou aquela que prescinde de um real, selecionando seus aspectos pertinentes sem imitá-lo "fielmente" - me interessa.Muito mesmo.Ao menos me parece que nesse tipo de fotografia não é necessário um referente fixo - rígido.Vou me explicar:não há a necessidade de um nome que identifique aquilo que é representado, ali na fotografia.E isso representa muito o que sou,uma vez que não tenho facilidade em referir-me ao mundo.Muitas das vezes ele se apresenta como um obstáculo à comunicação,uma vez que: o que é a linguagem senão a capacidade de se referir a um mundo pronto e acabado?
É contra essa arbitrariedade que esse "ensaio" se destina.Sem mais palavras,eis a imagem,ai,logo acima.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Lycanthropy 2010

Olá a todos!Posto aqui algumas das últimas fotos tiradas da banda Lycanthropy para seu novo EP,que está sendo gravado no Edilson's Studio,em Ituiutaba.As fotos foram tiradas em um dos meu locais prediletos,a antiga fábrica de óleo da Fazendeira,naquela mesma cidade.
As fotos foram feitas enquanto a banda estava com os 4 integrantes.No entanto,dias após a realização das mesmas,fiquei sabendo que o batera,Sidney,havia deixado a banda devido a incompatibilidade de interesses.
Agora,espero que a banda continue o percurso que há algum tempo vem trilhando.Coisa difícil,uma vez que não é fácil produzir música de qualidade em um país como o nosso.Pois, estando à margem do grande lixo produzido pela mídia,o espaço no qual buscam construir uma identidade é bem pequeno,não obstante,o que não deixa de ser promissor.Esses garotos colocam todo sangue e suor em sua música.Sou fã assumido da banda e espero que continuem nos deixando atordoado com suas músicas bem feitas,vivas e destruidoras!

Forte abraço






domingo, 7 de março de 2010

Da importância e 'desvantagem' da escrita

Normalmente não consigo manter uma idéia na cabeça, me desconfortam. Acredito que é por isso que escrevo. Bom, ao menos tento. E de tanto tentar, coloquei na berlinda o que faço – há algum tempo venho refletindo acerca da importância da escrita. Os antigos diziam que a escrita é a ausência daquele que emana o discurso, e por isso deve ser desconfiante. Pode ser que eles estavam certos, mas de uma coisa bem sei que eles não falavam sério: ao menos eles já se foram, e isso torna as coisas mais livres – podemos falar à vontade! Frederico e seu ‘eu’ foi-nos influenciável, e a escrita virou uma experiência cosmopolita. Bem feito...

Sem mais delongas,

Alcibíades Nihil

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fotó-férias II



Foto-férias

Algumas imagens valem mais do que 1000 férias à beira de um ataque de nervos!
Tempo bom,no entanto cheio de tribulações.Só que consegui criar,e muito...Espero que gostem do resultado.