quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Fotó-férias II



Foto-férias

Algumas imagens valem mais do que 1000 férias à beira de um ataque de nervos!
Tempo bom,no entanto cheio de tribulações.Só que consegui criar,e muito...Espero que gostem do resultado.










quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Resenha crítica - Raul Maciel

Resenha escrita pelo amigo Raul Maciel para a última foto aqui postada.
Agradeço muitíssimo pelos comentários competentes e sinceros.


"Quem quiser dar uma olhada nessa Foto tirada pelo Anésio, amigo que estuda Filosofia na UFU e há algum tempo pratica fotografia tendo tirado fotos cada vez mais interessantes.

O galpão tem um clima denso… os feixes, tijolos e toda a estrutura contribuem muito, mas que beleza de ambiente! Acho que existe algo nele que está para além de seus elementos isolados… e coisas óbvias como os feixes de luz. Acho que esse lugar deve ter uma alma, algo assim… É, aco que tem. Dá pra viajar um tempo nesse lugar imaginário.

Pessoalmente, gostei muito do uso dos tons escuros e dos pretos puros à esquerda do quadro. Pode ter a ver com alguma deficiência da amplitude de captação de luz da câmera ou uma opção mesmo do fotógrafo, não sei… mas gosto bastante do efeito.

O momento da luz e a fotometria também parecem ter contribuído bastante para a constituição do volume dos elementos na foto. Acho que há uma consciência na construção do quadro, suas linhas e vetores. A opção pela grande-angular também caiu bem para tudo isso.

Ainda assim, poderia fazer um comentário crítico sobre a escolha da altura da câmera. Posso estar enganado, mas imagino que, se tivesse feito a foto de uma altura mais baixa poderia ter aproveitado melhor a perspectiva do piso, da fileira de tijolos assim como desses feixes de madeira à direita.

Divagando, esse é um ponto que pesa também nas escolhas que devem ser feitas no momento de se montar o set-up ao fazer Cinema. Muitas vezes um pequeno deslocamento da altura da câmera pode acentuar a noção de perspectiva ou contribuir para o achatamento da profundidade. Não existe certo ou errado nesse caso… então, fica apenas uma idéia aí para essa foto… uma possibilidade. Mas em síntese, minha crítica recairia mais sobre a opção no momento de se fechar o quadro.

A altura da câmera é uma coisa com a qual me preocupo tanto quando faço algo quanto quando observo. Acredito que vai muito além de ser plongée ou contra… É uma questão de centímetros, senão milímetros… Ainda assim, para muitas pessoas é uma opção que pode ser apenas intuitiva… mas que para mim não é algo tão natural… ou seja, não consigo obter os efeitos que desejo deixando a intuição sozinha decidir a altura da câmera.

Então preciso realmente estudar e tomar uma opção pensada em relação a isso… e, como disse, é um ponto sutil, que pode ser relegado a um segundo plano no momento de se fechar um set-up, mas que, na minha opinião, pode trazer diferenças enormes nos efeitos e sensações obtidos. Bem, por isso interesse e a preocupação com a altura da câmera. Quem sabe, estudando e analisando muito, um dia possa trabalhar com isso de forma intuitiva e encontrar novos efeitos, uma outra sensibilidade.

Créditos da foto: Anésio Neto - http://estranhapoiesis.blogspot.com/

Tagged: foto anésio

Posted on February 17, 2010"

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sobre o 'eu'!

Faço questão de colocar aqui um breve perfil sobre mim:

Iniciei cedo minha vida na leitura,fato esse que contribuiu para o desenvolvimento precoce da escrita.Até hoje tento produzir algo decente,prescindindo da vivência e transformando-a em um pouco de existência metafórica para aqueles que gostam de histórias.
Onde cresci
Ituiutaba
Lugares onde morei
Capinópolis,Cachoeira Dourada,Uberlândia,Belo Horizonte
Empresas onde trabalhei
Comarca de Ituiutaba
Escolas onde estudei
Marden; João Pinheiro
Fonte:http://www.google.com/profiles/alcibiadesnihil69

e-mail: alcibiades.nihil@gmail.com

Sem mais delongas,

Alcibiades Nihil

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A importância em contar História

Ao estimado amigo Dimas Franco



A importância em contar estórias não está em simplesmente ouvir o passado, agüentar os mais velhos, ou os mais “experientes” como assim NÓS, os mais vividos, preferimos. Acredito haver uma razão mais forte, mais impactante para isso. E uma delas, a qual tem me surgido esguia é a questão da identidade pessoal. Eu explico melhor.
- Antiga fábrica do Grupo Fazendeira em Ituiutaba, atualmente desativada. A foto ilustra de modo saudosista a pergunta: "o que foi antes de nós?" - Foto de Anésio Neto

Ainda que eu seja um velho rabugento e ranzinza – acredito que para qualquer criatura com menos de 30 anos –, tenho amigos. Alguns até mais velhos (pois busco manter a dignidade ao ouvir conselhos e estórias dessa gente destemida e perturbada para com os tempos idos; se bem que tenho que assumir que nem todas tenham congruência com a minha realidade!). E uns desses aí têm me perguntado por que não tenho dado tanto as caras pelas ruas. É fácil: as ruas não mais emanam aquele espírito de novidade que antes tinham, é claro a “novidade” se sobrepõe cada dia mais ao sufocado basalto das ruas. Mas que ‘novidade’? Essa desenfreada busca pelo novo frente à sociedade que nos deixa atordoadamente entediados. Vertigem de velho... Calma!

- Uma das coisas que não são "novidades" na cidade de Ituiutaba e que apenas precisa de olhares atenciosos, o crepúsculo - foto de Rogério Costa

Caro leitor, peço-lhe licença agora e o convido para entrar na espessa nuvem da História, o que eu deveria ter feito antes de ter apresentado isso tudo... Por meio da experiência social que vamos obtendo ao longo de nossas vidas, as memórias se consagram como fragmentos de existência que projetam o que somos no presente. Revoltas em poeira e sangue aos poucos vamos as apagando, ou apenas deixando de lado. Se bem que o Alzheimer tem sua cota na fatura também... Imagine o sofrimento de uma pessoa que não consegue reconhecer um rosto, um outro, seu semelhante? Sabe-se lá se é um semelhante! Se é assim com uma pessoa imagine com algum acontecimento que deixou sua devida marca? Acredito que a consciência que ela terá de seu passado é de um mero lampejo enfraquecido de vida. A ausência de uma identidade.


Bom, usando o típico exemplo do idoso que sofre com o Alzheimer, que em outro texto já bem dei o remédio para a sua devida prevenção, acredito que podemos trasnpô-lo para a vida normal, essa sem a ameaça de qualquer doença que faça nossa identidade ser mero fragmento. Uma pessoa que não conta estória ou é incapaz de reconhecer alguma não reconhece a sua própria história. Se bem que eu desconheço alguém que não tenha algum fato sequer a ser narrado. Não existe otário a ponto de não saber contar um fato! Mas existem otários suficientes que não sabem sequer a origem de seus pais ou nome. Assim como não sabem que a origem do nome “Ituiutaba” provém de antigas lendas Caiapós, as quais derivam de outras lendas mundo afora, sobretudo as de origens Guaranis, Nambiquaras e até mesmo Cherokees. E por ai vai... O verdadeiro é o que fazemos de nossos feitos. O que vale é o que vivemos, o que experenciamos.
Leitor, jovem leitor, aí vai uma dica pertinente: a importância em contar estória não está em simplesmente deixar que um velho rabugento, sim, eu mesmo, dite o que você deve fazer quando o ‘chato’ de seu avô começa a te contar estórias que só aconteceram na cabeça dele; mas está em deixar-se afetar por uma parcela de existência que em algum momento, nesse ato de narrar, encontra a nossa. São experiências compartilhadas, e que juntas pelo ato modelam esse intricado tecido que é a História dos feitos humanos.


Sem mais delongas


Alcibíades Nihil

sábado, 12 de dezembro de 2009

TROFÉU BIGORNA 2009: A PREMIAÇÃO.

Voltando de um bom tempo no ocaso.Desta vez,segue um pequeno texto do grande Amigo Edgar Franco.Para quem não o conhece,é uma boa oportunidade para conhecer sua carreira não só como um puta pesquisador das artes-mídias(precursor dos estudos sobre quadrinhos no ensino superior),como também sua produção enquanto quadrinista.Tá ai!Agora,voltamos só ano que vem,com mais fotos realizadas nesses meses que teremos "férias"!
Bom fim de ano a todos que acompanharam o nascimento e desenvolvimento do blog!
À todos,meu muito obrigado e boas festas!

TROFÉU BIGORNA 2009: A PREMIAÇÃO.
Por Edgar Franco.

Dia 05 de dezembro aconteceu, no lendário Blackmore Rock Bar em São Paulo, a cerimônia de premiação do Troféu Bigorna para os melhores dos quadrinhos brasileiros no ano de 2009. O prêmio é organizado pelo Site Bigorna (www.bigorna.net) - maior portal dedicado aos quadrinhos nacionais da web, coordenado pelos pesquisadores e estudiosos das HQs Eloyr Pacheco e Humberto Yashima, assim como pelo quadrinhista Márcio Baraldi.

A proposta do Troféu Bigorna pode ser resumida nas palavras de Baraldi: "Valorizar e incentivar essa coisa que amamos tanto chamada Quadrinho Nacional! A política do site é conhecer e reconhecer tudo que está sendo feito dentro do Quadrinho Brasileiro, do mais tosco fanzine ao mais internacional dos autores, tudo com o respeito e senso crítico que só quem realmente produz quadrinhos é capaz de ter! Porque esta é a marca e diferencial do Bigorna: um prêmio e site criados e mantidos por profissionais que realmente escrevem, desenham, editam, e publicam Quadrinhos no Brasil! Gente que realmente está dentro do mercado e o conhece de Norte a Sul."

Em sua segunda edição, a premiação abarcou talentos de vários estados brasileiros e a cerimônia de entrega foi um momento realmente especial, uma verdadeira festa organizada por Márcio Baraldi que também estava lançando o seu novo álbum das, já notórias, personagens "Roko-Loko & Adrina-Lina". O bar Blackmore, um espaço aconchegante que além do palco e platéia conta com um mezanino, estava repleto de pessoas unindo duas tribos muito curiosas a dos roqueiros e a dos quadrinhistas e, claro, fãs de rock e de quadrinhos.

O grupo de quadrinhistas "Quarto mundo" montou um estande de vendas com dezenas de publicações de HQs independentes e autorais de talentos de todo o país, além disso o mágico Átila estava presente visitando as mesas do mezanino e entretendo os presentes com seus truques incríveis antes do início da premiação.

No espaço do Blackmore destacavam-se claramente a presença de alguns senhores, grandes mestres dos quadrinhos brasileiros que foram homenageados na premiação, dentre eles Diamantino da Silva, Antonio Luiz Cagnin & Álvaro de Moya.

Ao iniciar a premiação, Márcio Baraldi, tendo como assistentes de palco o cartunista Bira e sua linda filhinha de 8 anos, convidou o primeiro premiado da tarde para receber o troféu de melhor desenhista de 2009, o paulistano Luke Ross - que já desenhou para as editoras Marvel e Dark Horse incluindo títulos importantes como o Homem Aranha e Samurai.

Após os agradecimentos de Ross, subiu ao palco o roteirista Alvimar Pires dos Anjos, premiado por seu fabuloso trabalho com a série de fantasia e ficção científica Gilvath, desenvolvida em parceria com o lendário desenhista Mozart Couto. Seguiram as premiações de melhor cartunista para o talentoso Spacca e melhor jornalista especializado para Marko Ajdaric, do Neorama Quadrinhos - que infelizmente não pode estar presente.

Chegou minha vez, um momento de muita emoção e felicidaqde. Recebi o Troféu Bigorna 2009 para o melhor álbum de aventura/outros pela minha revista em quadrinhos Artlectos e Pós-humanos # 3, da editora Marca de Fantasia. Em meus agradecimentos destaquei o apoio fundamental de minha esposa Rose Franco durante os meus 20 anos de criação e pesquisa quadrinhística; dediquei o prêmio a todos os artistas da chamada linha poético-filosófica de quadrinhos, um gênero genuinamente brasileiro que está inclusive sendo motivo de pesquisa de pós-doutorado desenvolvida no Instituto de Artes da UNESP pelo prof Dr. Elydio dos Santos Neto - que honrou-nos com sua presença e a de sua esposa Marta, também uma estudiosa das HQs. Destaquei todos os editores de fanzines que ao longo dos anos abriram espaço para minhas HQs poéticas e experimentais e finalmente os editores que acreditaram na revista "Artlectos e Pós-humanos", inicialmente José Salles, da editora Júpiter II e atualmente, Henrique Magalhães, da editora paraibana Marca de Fantasia. Foi emocionante levantar o troféu e ver tantos amigos inestimáveis presentes ali.

A cerimônia continuou premiando categorias importantes como a de melhor blog/site de quadrinhos para o importante Zine Brasil, de Michelle Ramos - que infelizmente não pode estar presente, também o prêmio de melhor chargista para o notório mineiro de Uberlândia Maurício Ricardo, criador do site Charges.com.br e de charges animadas para diversos programas da rede Globo como Fantástico e Domingão do Faustão; Maurício subiu ao palco e demonstrou muita empolgação pela premiação em seus agradecimentos. O prêmio de melhor fanzine foi para Portal do Encantamento de José Pinto de Queiroz.

O prêmio de melhor editora foi para a paulistana Conrad que não teve representante na premiação e o de melhor editora independente para a Virgo, criada pelo grande cartunista Mario Mastrotti, que agradeceu de forma eloquente. O troféu de melhor publicação de humor foi para a revista MAD, seu novo editor Raphael Fernandes, responsável pela renovação do título, recebeu o troféu e agradeceu de forma irreverente.

A premiação de melhor livro sobre quadrinhos foi para Fantasma, de Marco Aurelio Luchetti, o editor Franco de Rosa foi receber o troféu pelo autor. A premiação "Contribuição à HQB (história em quadrinhos brasileira)" foi para a livraria especializada em quadrinhos Comix, o programa de TV HQ & Cia, de Cesar Freitas, e para o coletivo de quadrinhistas "Quarto Mundo" que levou meia dúzia de seus representantos ao palco fazendo muita festa e abrilhantando o evento com sua irreverência. O "Quarto Mundo" é hoje uma das inicitivas mais interessantes e profícuas de ação coletiva para a criação, publicação e distribuição de quadrinhos no Brasil, um exemplo a ser seguido. Parabéns a todos os envolvidos nessa brilhante iniciativa!

A premiação para os grandes mestres com uma vida dedicada aos quadrinhos, foi talvez o momento mais esperado da tarde. Dos 4 homenageados, apenas um deles não pode estar presente, o notório quadrinhista Rubens Cordeiro, os outros três estavam lá e propiciaram para os presentes um momento histórico para a HQB. Receberam o troféu das mãos de Baraldi, o espirituoso Diamantino da Silva, autor do livro Quadrinhos para Quadrados e editor do hístórico fanzine Mocinhos e Bandidos, o Doutor em Semiologia da Imagem pela Universidade de São Paulo (USP) e um dos primeiros estudiosos dos quadrinhos no nosso país Luiz Antonio Cagnin, e finalmente Álvaro de Moya, realizador da primeira exposição de quadrinhos do mundo, montada em São Paulo na década de 50, e autor de livros seminais como Shazam!

Para os amantes e estudiosos das HQS como eu, foi realmente um momento ímpar estar ao lado desses grandes mestres. Por último, o prêmio homenagem especial foi para a personagem Senninha da HQM editora. O fechamento da cerimônia aconteceu com um belíssimo solo de gaita do grande cartunista Bira.

Após a premiação o palco foi ocupado pela banda EXXÓTICA, com seu hard rock glam de letras inspiradas e presença de palco marcante que inclui maquiagens criativas personalizando cada músico. Seguiu-se o show da banda Cracker Blues, também muito bem recebido pelo público presente.

Para mim, além da emoção da premiação, foi um momento de reencontro com vários amigos da cena dos quadrinhos brasileiros, além de outros que tive a chance de conhecer pessoalmente como os amigos do coletivo Ravens House, Iam Godoy & Rosana Raven, vários integrantes do coletivo Quarto Mundo, entre tantos outros. Alguns amigos vieram de longe para prestigiar-me e assistir a premiação como o Dr. Hermes Renato Hildebrand, professor do Instituto de Artes da Unicamp, e o quadrinhista e irmão na arte Gazy Andraus.

Enfim, um dia pra ficar na mémoria! Congratulações aos organizadores do Troféu Bigorna e meus votos de que a premiação se perpetue por muitos e muitos anos ajudando a alavancar o cenário da HQ nacional.

Abraço pós-humano.


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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Recordações da casa dos silenciosos...

Poema advertência

Embaixo do guardanapo,
um garfo:
O susto!

Bom gente,após a percepção do amigo Raul Maciel,volto a publicar algo nesse blog.Conheci um bom poeta,dia desses.Seu nome é Marcelo novaes.Procurem!Esse é daqueles que fazem jus à escrita.

Rapidamente,semana que vem ministrarei um curso na semana de artes sobre Intermtextualidade entre Literatura e Fotografia.Espero que dê certo!Caso se interessem,entre em contato.

Cordialmente

Anésio Neto

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Escritos...

Finalmente volto com alguns poeminhas.Ainda em dúvida,estou reescrevendo-os.

"A noite é a melhor conselheira,etcétera.E trouxe a eles um sono pesado e silencioso,depois que os corpos se encontraram em uma batalha monótona que,no fundo,não haviam desejado.Uma vez mais fechava-se o acordo tácito:pela manha falariam do tempo,do crime de Saint-Cloud,de James Dean" - Julio Cortazar,"Cartas de Mamãe" in As armas secretas

Baseado neste trecho do Cortazar,o qual me detive por duas noites - sem sequer terminar o conto...rs - escrevi três versões de um mesmo poema.

Simulacros [1]

Depois
que os corpos se encontraram
numa batalha monótona,
sem haverem se desejado
- como se fossem Mortos -

A noite,
como se fosse a melhor conselheira,
traz junto a eles

o sono pesado
e silencioso.

Simulacros [2]

Depois
que os corpos se encontraram
numa batalha monótona,
sem haverem se desejado

- como se fossem mortos -

A noite

traz junto a eles
a recompensa de um sono
pesado
e silencioso

- como se fosse a melhor conselheira -


Simulacros [3]

Pela manha,
cartas de mamãe e
conversas de filme francês

Pela noite
corpos de mortos
em terreno árido companheiro
[etecétera

Ajudem-me!
hauhauaha

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Congada - 11/10/09

As fotos abaixo foram tiradas ontem no encontro de Congada na cidade de Uberlândia - MG.

1)

[By Anésio]

2)
[By Anésio]

3)
[By Anésio]


4)

[By 'Silvão']

5) />
[By Anésio]

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[By Anésio]